21 de janeiro de 2020

A partir desta terça-feira, 21, Areia Branca será o palco da maior competição de futsal do Rio Grande do Norte e elogiada por grandes jogadores com atuação no Brasil e no exterior.
Trata-se do Campeonato de Blocos Carnavalescos de Futsal 2020, que este ano chega à sua vigésima edição. A competição inicia nesta terça, com um grande duelo de futsal, entre as equipes Os Feiin´z x Os Caixas.
Todos os jogos serão realizados no Ginásio Poliesportivo Professora Rosário Cabral, a partir das 19h.
O campeonato terá três modalidades. Na preliminar dos jogos principais, no masculino, haverá as partidas das equipes do sub-15 e do feminino.
A Prefeitura de Areia Branca, por meio da Gerência de Esportes, está dando total apoio ao campeonato que organizado pela Liga de Futsal Areia-branquense (LFSA).
Além do jogo de abertura do certame, nesta terça, durante a semana serão realizados outros grandes confrontos.
Nesta quarta-feira, 22, Pererê enfrenta o Nativos/San Vale. Na quinta-feira, 23, Brutos x 100 Vergonhas e fechando a primeira semana da competição, jogam Só O Resto e Zap-Zap.
No feminino, os jogos iniciam na quinta-feira, com a partida Santa Cruz x Cidade Saudável. O sub-15 começa na sexta-feira, 24, com o jogo Ponta do Mel x Os Feiin´z/Refritec.
Fonte: costa branca news

O prazo para trocar de partido por justa causa sem perder o mandato começa em 5 de março e expira em 3 de abril.
Pelo o que se sabe aqui em Areia Branca 4 vereadores mudaram de partidos, são ele Aldari e Manezinho que estarão deixando o MDB e Duarte e Rebeca que deixarão o podemos.
A quem diga que mais três vereadores poderão migra para outro partido, vamos aguarda novas informações.
O vereador Duarte Júnior deixando o podemos irá para o PP partido presidido aqui no município pela a sua esposa Barbara França, um partido que já está com sua nominata de candidatos a vereadores praticamente pronta.  

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019, informou ontem  (20) que os erros de correção da prova foram revistos. Segundo o Inep, as notas revisadas estão disponíveis na página do candidato.
O anúncio foi feito pelo presidente do Inep, Alexandre Lopes, na  noite de ontem, em entrevista coletiva, para divulgar os resultados do trabalho realizado pela força-tarefa criada para resolver o problema. De acordo com Lopes, 5.974 participantes tiveram notas com inconsistências – o número representa 0,15% do total de participantes (3,9 milhões).
Lopes disse que, durante o trabalho da força-tarefa, todas as notas dos alunos que fizeram as provas foram analisadas para resolver os problemas encontrados e buscar novas inconsistências que poderiam aparecer. "Nós analisamos todos os alunos. A gente fez esses tipos de correlações para orientar a busca, para ver se a gente encontrava outras inconsistências", explicou.
O presidente do Inep informou que a gráfica responsável pela prova deverá prestar esclarecimentos sobre as falhas ocorridas. "O erro estava na associação. Que tipo de erros que aconteceram na gráfica, que geraram essa diferença de associação, eu não sei dizer", afirmou Lopes.
Sisu
Mais cedo, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, tinha anunciado que o prazo para inscrições do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foi ampliado em dois dias.
As inscrições começam nesta terça-feira (21) e terminam domingo (26). Antes da prorrogação, o prazo se encerraria na sexta-feira (24). O Sisu oferece vagas em universidadaes federais com base nas notas obtidas no Enem.
No sábado (18), o presidente do Inep explicou que o erro foi provocado pela gráfica responsável da prova. A falha foi percebida após alguns alunos relatarem nas redes sociais terem sido surpreendidos com notas baixas na segunda prova do exame, realizado no ano passado, cujos resultados foram divulgados na sexta-feira (17).
A equipe técnica do instituto identificou que se tratava de inconsistência na transmissão de dados que a gráfica envia ao Inep para processamento das notas. A ocorrência gera contradições na associação entre o participante e a cor de sua prova. Dessa forma,  o gabarito usado para a correção não era da cor da prova feita pelo aluno, fato que provocou o erro. Por esse motivo, estudantes puderam pedir a revisão de suas notas até as 10h de hoje.
Repórter da Agência Brasil Brasília
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom, Agencia Brasil
Edição: Nádia Franco
19 de janeiro de 2020
 O motivo da rebelião...
A contestação de Core à autoridade religiosa de Aarão e o desafio de Datã e Abirão ao governo de Moisés constituem uma das ameaças mais sérias que os líderes tiveram de enfrentar porque abrangia dois aspectos: religioso e político. Core era levita, e parece que cobiçava o sacerdócio (16:10). Datã e Abirão, por serem descendentes de Rúben, primogênito de Jacó, pensavam que a autoridade civil pertencia a eles. As duas facções formaram uma aliança político-religiosa e conseguiram o apoio de duzentos e cinqüenta príncipes de Israel. Denunciavam que Moisés e Aarão haviam-se apegado aos postos de autoridade por tempo indefinido e argumentavam assim: "Por que haviam de ser estes ofícios conferidos aos dois irmãos? Acaso não era toda a congregação santa? E não poderiam outros, tanto quanto eles, gozar da presença de Deus?"
Certamente toda a nação era santa, consagrada a Deus (Êxodo 19:6), mas os rebeldes voltaram as costas para o fato de o Deus de Israel haver escolhido Moisés e Aarão para desempenhar os dois cargos principais e, portanto, a rebelião era contra o próprio Deus (16:11). Datã e Abirão descreveram o Egito como uma "terra que mana leite e mel" (16:13), e esta zombaria demonstra sua falta absoluta de reverência.   
  A prova: Moisés não fez esforço algum por justificar sua posição nem a de Aarão. Não recordou aos israelitas o que havia feito por eles, nem falou de seus abnegados labores, mas levou o problema diretamente a Deus em oração. A prova que Moisés a seguir propôs permitia que fosse Deus quem indicasse quais eram os detentores do sacerdócio e da autoridade. O terrível juízo divino sobre os rebeldes demonstra quão grave é levantar-se contra as autoridades que Deus pôs sobre a congregação.
Não devemos interpretar a frase "desceram vivos ao sepulcro" (16:33) como que tenham chegado em forma corporal ao lugar subterrâneo onde residiam os espíritos dos mortos. Significa que foram sepultados vivos (16:32). Os "homens que pertenciam a Core" que foram tragados pela terra (16:32) provavelmente eram servos de Core; não os filhos de Core, porque números 26:11 diz: "Mas os filhos de Core não morreram."
Evidenciou-se a má atitude da congregação de Israel durante a prova efetuada por Moisés no dia seguinte. Aparentemente muitos
israelitas se desviaram pelas palavras insolentes dos amotinados contra Aarão e Moisés. Sua cegueira e obstinação chegaram ao cúmulo de culpar Moisés do escarmento terrível dos rebeldes. Deus interveio para ensinar-lhes a respeitar seus servos, e o triste resultado foi que quatorze mil e setecentas pessoas morreram em uma praga. Aarão assemelha-se a Jesus Cristo, o grande Mediador, ao colocar-se "entre os mortos e os vivos; e cessou a praga" (16:48).
Perdoar a vida aos filhos de Core, demonstrou a insondável graça divina. Embora tenham sido excluídos do sacerdócio, os descenden­tes chegaram a ocupar postos de honra no serviço do santuário. Um deles, Samuel, foi um destacado profeta e último juiz de Israel (I Crônicas 6:33). Atribuem-se vários salmos aos filhos de Core. Isto revela que no reino de Deus, apesar dos fracassos dos pais, a pessoa pode chegar ao auge do êxito e da honra.
Podemos aprender três Lições pra nossas vidas:
O pecado de Core encontra-se às vezes na igreja. Há crentes que não querem submeter-se às autoridades constituídas por Deus. Raciocinam assim: Considerando que todos os crentes são santos e formam um "sacerdócio real" (I Pedro 2:9), não é necessário dar atenção aos pastores ou a outros líderes. Alguns chegam ao extremo de ignorar a igreja, considerando-a desnecessária e antiquada.
O relato da rebelião de Core jorra luz sobre a maneira pela qual os servos de Deus devem atuar em
 semelhantes situações:
a) O líder recordará que foi eleito por Deus e que o ataque é contra a autoridade que Deus estabeleceu na igreja (Efésios 4:7-11).
b)  Uma atitude de deslealdade ou rebeldia notada na congregação não deve ser determinante para a decisão do líder. Pode ser conveniente que se retire, mas há casos em que ele deve permanecer firme e confiar no apoio divino.
c)  Deve recorrer a Deus e não procurar defender-se, nem usar de astúcia nem de violência. Deus vindicará a seus servos e condenará toda língua que se levante contra eles em juízo (Isaías 54:17). Alguém observou: "Há somente uma coisa pior do que não ter razão: é ter razão acompanhada de um espírito mau."
  O verdadeiro servo de Deus sentirá compaixão pelos que se opõem a ele. Moisés exortou a Core e aos levitas advertindo-os de seu erro. Embora Moisés se mostrasse muito humano em sua reação aos líderes intratáveis (16:15), depois teve pena da congregação rebelde e procurou salvá-la do juízo de Deus (16:42-46).
Que Deus continue nos abençoando...
Dc:Rerison Brazão
15 de janeiro de 2020

O deputado Souza Neto esteve em companhia do Padre Alfredo em reunião com a direção do SENAI, onde foi tratado de diversas parcerias na formação profissional dos nossos jovens.
O deputado Souza também definiu com o padre as parcerias de seu mandato com a paróquia para formação profissional, as inscrições para o curso de soldador já começam agora dia 17 de janeiro onde serão entendidos inicialmente 20 jovens. Os interessados deverão mais informação junto a OSDB.

O Governo do Estado está promovendo 2.676 praças militares, uma das maiores promoções da história da Polícia Militar do Rio Grande do Norte. Passam à graduação de Subtenente 228 policiais, mais 200 à graduação de 1° Sargento, 198 à graduação de 2° Sargento, 395 à graduação de 3° Sargento e 1.655 Soldados à graduação de Cabo PM. As promoções asseguram o direito à evolução na hierarquia da Polícia Militar.
A governadora Fátima Bezerra disse que as promoções valorizam os militares estaduais e se somam ao esforço do Governo para a redução da violência e da criminalidade como vem ocorrendo. "Estamos trabalhando muito para promover a segurança pública em nosso Estado. E este esforço inclui também a valorização profissional, como as promoções, além do fornecimento de viaturas, equipamentos, cursos de aperfeiçoamento e investimentos em tecnologia", destacou.
Ela lembrou ainda da sanção, no ano passado, da Lei de reestruturação da carreira dos policiais e bombeiros militares, proposta pelo próprio Governo do Estado. Entre as alterações foi o aumento salarial para a categoria de forma gradativa e a redução do tempo para as promoções. “Essas foram as primeiras promoções de praças após a Lei, mais uma meta que estamos cumprindo. Estamos fazendo todos os esforços para valorizar nosso sistema de segurança e levar paz à população”, afirmou a governadora.
O cabo Oseas agradeceu a oportunidade de ascensão na carreira miliar. “Após 10 anos de serviço prestado à sociedade potiguar, galguei a promoção que tanto esperava. É imensa a alegria e agradeço, primeiramente, a Deus, ao Governo do Estado e ao comandante da minha Corporação", disse.
O quadro de oficiais da Polícia Militar do RN também teve promoções efetivadas recentemente. No último dia 27 de dezembro de 2019, 86 oficiais foram promovidos aos postos de capitão, major, tenente-coronel e coronel – dois coronéis, 12 tenentes coronéis, 23 majores e 49 capitães.
O comandante da Polícia Militar, coronel Alarico José Pessoa Azevedo Júnior, explica que a efetivação das promoções respeita um direito dos policiais e é também "um estímulo que certamente resultará em melhores serviços prestados à toda a população do Estado”, declarou o Comandante Geral, que administrativamente é responsável pela assinatura dos atos de promoção.
Foto: blog a fonte 

13 de janeiro de 2020

O mundo sem uma Bíblia! Parece difícil de acreditar. Não há registro de quaisquer escritos inspirados antes dos dias de Moisés. Dos escritos contidos na Bíblia, temos registrado, e distintamente registrado - que: “Moisés escreveu todas as Palavras do Senhor” (Ex.24.4); o Espírito do Senhor falou por Davi (2Sm.23.1-2); Lucas escreveu seu evangelho (Lc.1.1-40); João escreveu seu evangelho e o Apocalipse (João 20. 30-31 / Ap.1. 2).
Apesar de existirem homens santos naqueles dias primitivos, com os quais Deus se comunicava verbalmente, não encontramos registros de que qualquer deles fosse inspirado a escrever a Palavra de Deus, ou colocar a Palavra de Deus na forma escrita. Em muitos casos, quando agradou a Deus fazer a sua vontade conhecida, fê-lo verbalmente, de maneira direta e pessoal, como foi com Adão (Gn. 2.16); Caim (Gn. 4.6); Noé (Gn. 6.13); Abraão (Gn.12.1-3); Isaque (Gn. 26.2-5); Jacó (Gn.28.13) e (Jó. 40.1-3).
Pela comunicação verbal Deus instruiu o homem acerca de muitas Leis, que posteriormente foram incorporadas ao Pentateuco, como o sábado (Gn.2.3) e o casamento (Gn.2.24). Instruções verbais acerca de oferta e sacrifício também foram dadas ao povo (Gn.4.4-7). Dessa forma vemos que desde o princípio o homem possuiu, mesmo sem a Palavra escrita, o conhecimento de Deus e suas Leis.
Entretanto, devemos ter em mente que além de revelações verbais havia outras duas testemunhas independentes acerca da existência de Deus; a natureza – ou as obras de Deus – (Sl.19.1-3 / Rm.1.19-20), e a consciência – (Rm.2.14-15). Essas duas testemunhas eram imperfeitas porque a natureza somente nos ensina que há um Deus, mas não diz quem ele é; por outro lado, a valiosa dádiva da consciência pode ser abusada até a ponto de se tornar-se inativada (1Tm.4.2).
Acerca das comunicações verbais, deve-se dizer que eram dirigidas a algumas pessoas privilegiadas que andavam com Deus ou aqueles para os quais Deus tinha uma mensagem especial. Conseqüentemente, havia necessidade de uma revelação mais ampla, clara e de forma que todos a pudessem receber. Essa revelação deveria ser escrita como é a Bíblia, a Palavra de Deus, viva e que permanece para sempre (1Pe.1.13). Ela não somente revela a existência de um criador, mas diz quem é Ele e o que espera de nós.
Rerison Brasão

11 de janeiro de 2020

TEERÃ — Depois de dois dias de negativas, o Irã admitiu na manhã deste sábado em Teerã (início da madrugada no Brasil) que derrubou "por erro humano" o Boeing 737-800 da Ukraine International Airlines que caiu perto de Teerã na quarta-feira com 176 pessoas a bordo. Na quinta-feira, os governos dos Estados Unidos, do Canadá e do Reino Unido haviam levantado essa possibilidade, citando informações de inteligência.
O presidente do Irã, Hassan Rouhani, disse, pelo Twitter, que o país "lamenta profundamente" o incidente, que chamou de "grande tragédia" e "erro imperdoável". "A investigação interna das Forças Armadas concluiu que lamentavelmente mísseis lançados por erro humano causaram o impacto terrível no avião e a morte de 176 pessoas inocentes", afirmou Rouhani.
"Um dia triste. Conclusões preliminares de uma investigação interna das Forças Armadas: um erro humano em tempo de crise causada pelo aventureirismo americano levou ao desastre. Nossas profundas condolências e pedidos de desculpas ao nosso povo, às famílias das vítimas e às outras nações afetadas", escreveu o chanceler do país, Javad Zarif, também pelo Twitter.
O comunicado divulgado pelos militares iranianos afirmou que o o avião "assumiu a posição de voo e a atitude de um alvo inimigo" ao se aproximar de uma base da Guarda Revolucionária. "Nessas circunstâncias, por causa de erro humano", o avião "ficou sob fogo", disse o comunicado.
O texto acrescentou que a pessoa responsável por derrubar o avião seria legalmente responsabilizada, e que os militares fariam "uma grande reforma operacional de todas as forças armadas" do país para garantir que o erro não se repita. A nota disse ainda que oficiais da Guarda Revolucionária iriam à TV para dar uma explicação completa sobre o ocorrido.

Na sexta-feira, o governo iraniano havia informado que faria um comunicado neste sábado sobre a tragédia, depois de uma reunião da Comissão de Investigações de Acidentes, que contou com representantes de outros países que tinham cidadãos no voo, incluindo investigadores ucranianos que estão no Irã desde quinta-feira.
O Boeing 737-800 da empresa ucraniana deixou o aeroporto de Teerã-Imã Khomeini às 6h12 de quarta-feira pelo horário local (23h42 de terça-feira no Brasil), com 176 pessoas a bordo. Pouco mais de dois minutos depois, a aeronave desapareceu dos radares, e caiu às 6h18 em um terreno nos arredores da capital iraniana. Ninguém sobreviveu.
Cinco horas antes da queda do avião, o Irã lançou uma série de mísseis contra posições americanas no Iraque, uma retaliação ao assasinato do general Qassem Soleimani, morto por um drone dos EUA quando saia do aeroporto de Bagdá no dia 3 de janeiro.
Nas redes sociais, muitos iranianos que dias antes haviam se reunido para lamentar a morte de Soleimani começaram a expressar raiva dos militares. "Supunha-se que eles se vingariam dos Estados Unidos, não do povo", disse a jornalistab Mojtaba Fathi.
Segundo disseram na  quinta-feira fontes da inteligência americana, teriam sido disparados dois foguetes do sistema de defesa SA-15, de fabricação russa e que estariam posicionados perto do aeroporto. As suspeitas haviam sido reforçadas pelo premier canadense Justin Trudeau no mesmo dia: ele disse que os indícios apontavam que o avião foi abatido por um míssil iraniano terra-ar. Ainda na quinta, o governo do Irã chamou especialistas do Canadá e da Junta Nacional de Transportes dos EUA para participar das investigações.
Segundo a contabilidade da Ucrânia, havia 82 iranianos, 63 canadenses, dez suecos, quatro afegãos e três britânicos a bordo do Boeing. Outros 11 eram ucranianos, incluindo nove tripulantes.
A autoridade de aviação iraniana, por sua vez, informou que 146 passageiros tinham passaporte iraniano; 10, passaporte afegão; cinco, passaporte canadense; quatro, sueco; e 11, ucraniano. A diferença na contabilização ocorre porque muitos dos passageiros tinham dupla nacionalidade, e entraram no Irã com seu passaporte do país.
No dia do acidente, as autoridades de aviação iranianas haviam sustentado que o avião caiu por causa de uma falha técnica. Os primeiros rumores de que o Boeing poderia ter sido abatido por engano começaram dentro do Irã. Cidadãos do país questionavam por que o tráfego aéreo não havia sido interrompido depois que a Guarda Revolucionária realizou o ataque às bases no Iraque que abrigam soldados dos EUA.
Fonte: Globo Mundo.











NOTÍCIA CRISTÃ

Tecnologia do Blogger.

Postagens populares

Arquivo