17 de abril de 2020

A dor de perder um filho será certamente a mais avassaladora e terrível das dores, um sofrimento inimaginável, pois na perda de um filho se perde um pedaço do pai e da mãe para sempre.
Meus sinceros sentimentos aos pais, Waguinho Tavernard e Itala Rodrigues, e a irmã, Wanessa Tavernard, pelo falecimento de José Winicius Tavernard Souza
Rogo a Deus que lhes dê força e coragem, pois a vida deve continuar. Recordem com amor e saudade, pois ele permanecerá em suas vidas, e para sempre viverá em seus corações

É com muito pesar e grande tristeza que recebi a notícia do falecimento do jovem areiabranquense José Winicius Tavernard Souza.
Para tão grande dor não existe conforto, mas sei que principalmente os pais precisam encontrar apoio mútuo e saborear as lembranças que roubam a dimensão da saudade.
Oro a Deus que conforte aos familiares e amigos e alivie o sofrimento principalmente dos seus pais.
A Câmara Municipal de Areia Branca, por meio do seu Presidente, Ver. Duarte Júnior, vem a público externar o mais profundo PESAR pelo falecimento do jovem Winícios Winicius Tavernard filho do Vereador Waguinho Tavernard, ocorrido neste dia 16 de abril de 2020, ao tempo em que se solidariza com a família enlutada neste momento de tristeza e dor.
Areia Branca/RN, 16 de Abril de 2020.
Duarte Oliveira da Silva Júnior
Presidente
É com muito pesar e grande tristeza que recebi a notícia do falecimento do jovem areiabranquense José Winicius Tavernard Souza.
Para tão grande dor não existe conforto, mas sei que principalmente os pais precisam encontrar apoio mútuo e saborear as lembranças que roubam a dimensão da saudade.
Oro a Deus que conforte aos familiares e amigos e alivie o sofrimento principalmente dos seus pais.
16 de abril de 2020

Nelson Teich será o novo ministro da Saúde do governo Jair Bolsonaro (sem partido). O médico foi o escolhido para substituir Luiz Henrique Mandetta (DEM), demitido hoje (16) do comando do Ministério da Saúde. Saiba quem é Nelson Teich, que agora precisará lidar com a pandemia do coronavírus.
O novo ministro da Saúde assume a pasta no momento em que o Brasil registra mais de 30 mil casos de coronavírus. São 1.924 mortes causadas pela Covid-19 desde o início da pandemia, conforme o Ministério da Saúde.
De acordo com a pasta, foram confirmadas 188 mortes apenas na quarta-feira (15). O índice de mortalidade do coronavírus no Brasil é de 6,3%, conforme o Ministério da Saúde.
QUEM É NELSON TEICH
O novo ministro da Saúde é médico, especialista em oncologia, e empresário do setor. Neslon Teich foi o nome escolhido por Jair Bolsonaro (sem partido) para liderar a pasta durante a pandemia do coronavírus.
Ele se reuniu com o presidente nesta quinta-feira (16), no Palácio do Planalto, horas antes da formalização da demissão de Luiz Henrique Mandetta (DEM).
Nelson Teich está ligado a Bolsonaro desde a campanha eleitoral de 2018. O médico autuou como consultor informal e chegou a ser contado para assumir o Ministério da Saúde.
O novo ministro da Saúde é visto pela classe médica como um grande empresário do setor, político e negociador, mas também técnico e científico.
CORONAVÍRUS
Nelson Teich tem escrito artigos no qual analisa as questões relacionadas ao coronavírus. Além disso, ele tem opinado sobre as medidas adotadas pelo governo para controlar a pandemia.
O novo ministro da Saúde tem defendido que polarização em torno do tema prejudica o combate à doença e às consequências.
Para ele, o sucesso no combate ao coronavírus “vai depender da capacidade de colher dados críticos em tempo real, de incorporar e analisar essa base de dados atualizada, de ajustar as projeções quanto aos possíveis impactos das escolhas, rever as decisões e desenhar novas medidas e ações”.
“É como se existisse um grupo focando nas pessoas e na saúde e outro no mercado, nas empresas e no dinheiro, mas essa abordagem dividida, antagônica e talvez radical não é aquela que mais vai ajudar a sociedade a passar por esse problema”, escreveu Nelson Teich no perfil que mantém no LinkedIn
Fonte: paraná portal .


Em sua conta oficial no Twitter, Luiz Henrique Mandetta anunciou na tarde de hoje sua demissão pelo presidente Jair Bolsonaro do cargo de ministro da Saúde. Na publicação, Mandetta agradeceu o tempo à frente da pasta. "Quero agradecer a oportunidade que me foi dada, de ser gerente do nosso SUS, de pôr de pé o projeto de melhoria da saúde dos brasileiros e de planejar o enfrentamento da pandemia do coronavírus, o grande desafio que o nosso sistema de saúde está por enfrentar."
Ele também agradeceu os gestores que compunham a direção do ministério. "Agradeço a toda a equipe que esteve comigo no MS e desejo êxito ao meu sucessor no cargo de ministro da Saúde. Rogo a Deus e a Nossa Senhora Aparecida que abençoem muito o nosso país".
Mandetta e o presidente Jair Bolsonaro já vinham divergindo sobre os caminhos para o combate à pandemia do novo coronavírus (covid-19). Mandetta se alinhava às orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) pela adoção de um isolamento social mais forte, enquanto o presidente vinha defendendo a abertura do comércio como forma de evitar impactos na economia.
Médico, Mandetta foi secretário de Saúde de Mato Grosso do Sul e deputado federal pelo DEM. Ocupava o cargo de ministro da Saúde desde o início do governo Bolsonaro, em janeiro de 2019. As notiícias sobre a possibilidade de ele deixar a pasta já vinham há duas semanas. O Palácio do Planalto anuncia ainda hoje o substituto.
Repórter: Jonas Valente
 Agência Brasil - Brasília
Edição: Juliana Andrade
15 de abril de 2020

Nos próximos dias, cientistas brasileiros vão iniciar os testes clínicos com um medicamento que apresentou 94% de eficácia em ensaios in vitro na redução da carga viral em células infectadas pelo novo coronavírus. De acordo com o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Marcos Pontes, os testes serão feitos em 500 pacientes internados com covid-19, em sete hospitais do país: cinco no Rio de Janeiro, um em São Paulo e um em Brasília.
O nome do medicamento só será divulgado após o fim do protocolo de pesquisa clínica, até que seja demonstrada a sua eficácia e segurança em pacientes, “para evitar uma correria em torno do medicamento”. Mas, de acordo com Pontes, é um remédio de baixo custo, bem tolerado e disponível inclusive em formulações pediátricas. “Por que isso é importante? Ele tem uma vantagem muito grande, tem pouco efeito colateral e pode ser empregado numa grande faixa da população”, explicou.
O ministro destacou a importância e o trabalho da ciência brasileira na busca por soluções contra a pandemia de covid-19. “Nós estamos falando de ciência feita no Brasil, uma ciência respeitada em todo o mundo. Os nossos cientistas são muito responsáveis, não só pelo conhecimento, mas pela atitude, esse pessoal tem trabalhado dia e noite. Muitos são bolsistas e estamos conseguindo resultados por meio do trabalho desses pesquisadores”, disse o ministro. “Espero que vocês como brasileiros também tenham orgulho desses cientistas”, ressaltou.
Replicação viral
Foram realizados testes com 2 mil medicamentos que já são comercializados em farmácias para verificar se existe algum capaz de se ligar ao vírus e de bloquear a replicação viral. A estratégia, chamada de reposicionamento de fármacos, foi adotada por cientistas do Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), em Campinas, que integra o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), organização social supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).
Ao final, os pesquisadores identificaram seis moléculas promissoras que seguiram para teste in vitro com células infectadas com o novo coronavírus. Desses seis remédios pesquisados, os cientistas do CNPEM descobriram que dois reduziram significativamente a replicação do vírus. O remédio mais promissor apresentou 94% de eficácia em ensaios com as células infectadas.
O protocolo de ensaios clínicos foi aprovado nesta terça-feira (14) pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa. O medicamento será ministrado por cinco dias nos pacientes e mais nove serão necessários para observação. Serão incluídos no estudo pessoas que chegarem aos hospitais com pneumonia e sintomas de covid-19: febre, tosse seca e as características da tomografia com vidro fosco.
O grupo de testagem será amplo, com qualquer pessoa maior de 18 anos, mas não para os casos muito graves. O paciente deverá assinar um termo de consentimento para participar do protocolo, que consiste na administração aleatória do medicamento ou de placebo. A expectativa é que o estudo seja concluído em quatro semanas. “Isso é feito de forma extremamente científica, usando todo o formalismo científico, para que a gente não tenha dúvidas”, destacou o ministro.
O desenvolvimento do estudo no LNBio ocorre no âmbito da Rede Vírus do MCTIC, responsável pela articulação dos laboratórios de pesquisa e especialistas na continuidade dos estudos com pessoas infectadas pelo novo coronavírus.
Testes e vacinas
O ministro também apresentou hoje o resultado do trabalho do CTVacinas, da Universidade Federal de Minas Gerais, que também por meio da Rede Vírus, desenvolveu um reagente nacional que tem a mesma performance de reagentes importados para testes diagnósticos de covid-19. “Isso dá autonomia para o país e a possibilidade de aumentar a produção para os tipos de teste que estão sendo feitos no Brasil”, explicou Pontes.
Outra pesquisa apresentada pelo ministro é o desenvolvimento de um teste para detecção do novo coronavírus que não precisa de reagente químico. “É um equipamento que faz reação com laser a partir da saliva da pessoa que está sendo testado”, explicou. O processamento do diagnóstico é feito por meio de inteligência artificial e o resultado fica pronto em menos de 1 minuto.
O sensor está sendo desenvolvido pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Teranóstica e Nanobiotecnologia (INCT TeraNano), da Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais. De acordo com Pontes, com a informatização das unidades de saúde, em 20 dias, será possível colocar um número considerável dessas máquinas no país, cerca de mil máquinas capazes de fazer até 500 testes por dia.
“Imaginando que tudo isso funcione [o remédio e os testes], em meados de maio teremos ferramentas muito efetivas para combater essa pandemia no Brasil e resolver todos esses problemas”, disse o ministro.
Repórter: Andreia Verdélio
Edição: Aline Leal
 Agência Brasil - Brasília
14 de abril de 2020

A campanha RN+Unido foi lançada nesta terça-feira (14), na Escola de Governo, em solenidade transmitida ao vivo pelas redes sociais do Governo do RN. A identidade visual da campanha já está instalada em quase 300 estabelecimentos da Associação dos Supermercados do RN (Assurn), onde o cliente encontrará um ponto de coleta logo após passar pelo caixa. As doações podem ser em unidade ou em cesta básica completa para atender uma família carente por uma ou duas semanas.
“O RN+Unido é um projeto governamental em parceria com a Assurn. O objetivo é favorecer doações à população. Montamos uma logística para a coleta, o armazenamento, a desinfecção e distribuição, além da identidade visual da campanha, da fiscalização e da transparência de todo o processo. Criamos um espaço no Portal da Transparência do Governo para publicarmos um boletim diário, sempre às 11h, com o quantitativo de doações, o acumulado e os locais onde foram doados”, ressaltou o controlador-geral do Estado, Pedro Lopes.
De acordo com a governadora Fátima Bezerra, a campanha é uma demonstração positiva de apoio por parte da iniciativa privada e da sociedade potiguar. “Neste momento, a sensibilidade de empresas, instituições e pessoas físicas, que estão se engajando nas doações nos mostra o quanto a solidariedade e a união fazem toda a diferença num momento em que o mais importante é a união - seja no Poder Público, na iniciativas feitas pelo empresariado e na sociedade em geral. Juntos enfrentamos esse inimigo, o coronavírus, que afeta de alguma maneira todos e todas nós", destaca.
A Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (Sethas), responsável pelo cadastro de distribuição, já recebeu 12 mil pedidos de cestas básicas. A titular da pasta, Íris Oliveira, adiantou que dará prioridade às comunidades quilombolas, indígenas e residentes em periferias de Natal, Grande Natal e Mossoró – regiões atendidas nesta primeira fase da campanha. “O RN+Unido se soma a outros programas sociais, como Restaurante Popular e o Programa do Leite, que se mantêm neste período de pandemia”, frisou a secretária.
O presidente da Assurn, Nelson Leiros, destaca a importância do projeto para amenizar a situação das famílias mais pobres. “Fomos convidados pelo Governo e aceitamos participar. Vivemos uma situação de calamidade pública na saúde. Precisamos tomar providências para melhorar o quadro. E uma população com fome, mais vulnerável fica. Então conclamamos a sociedade a também ajudar, seja na compra de um pacote de feijão, sal, arroz ou outro item, ou mesmo uma cesta básica pronta”.
O Ministério Público Estadual prestará apoio à logística da campanha disponibilizando veículos e motoristas para distribuição de itens, e também apoiará no planejamento e, principalmente, na fiscalização do processo. A Cruz Vermelha acionará seus voluntários, tanto na Grande Natal quanto em Mossoró, para logística de recebimento das doações, montagem das cestas básicas e ajuda na distribuição. A campanha conta ainda com o apoio das Forças Armadas, Defesa Civil e Conab.
PESSOAS JURÍDICAS
O Governo do RN está disponibilizando também um serviço de apoio personalizado às doações por pessoas jurídicas, através do telefone/WhatsApp (84) 98128-1087. As entregas poderão ser realizadas diretamente na Escola de Governo do RN (Centro Administrativo). O Governo providencia o recebimento do material ou equipamento no estabelecimento do doador, caso requisitado. Os atendimentos ocorrerão das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira.
Fotos: Elisa Elsie.
12 de abril de 2020

A vós vos é dado saber os mistérios do reino de Deus, mas aos que estão de fora todas estas coisas se dizem por parábolas'' (Marcos 4.11).
Mais de cinquenta espécies de plantas são mencionadas nas Escrituras Sagradas, entre elas diversas possuem grande utilidade e encerram algum simbolismo.
O cedro foi tão comum em Jerusalém como as figueiras bravas (1 Rs 10.27). Isto aconteceu no tempo do rei Salomão que, em seus cânticos, falou desde o cedro do Líbano até o hissopo que nasce na parede. Dá a entender que era a maior ou mais importante árvore conhecida (1 Rs 4.33). O cedro é emblema da majestade ou força (Is 2.13). Naquele tempo do auge da grandeza de Israel, o cedro poderia ser o símbolo nacional. Em Ezequiel 17.22 e 23, referindo-se à restauração do reino, Deus diz que tirará um renovo do topo do cedro e o plantará num monte alto.
Também o cedro pode ser tipo do justo que "...crescerá como o cedro no Líbano" (Sl 92.12b).
Depois do cativeiro, Israel ficou sem rei, sem independência política, perdeu a majestade e a soberania, não pôde mais ser representado pelo cedro altaneiro.
Há até um pensamento de que a árvore que servia de emblema aos judeus após o cativeiro era a murta. Quando a rainha Ester nasceu, recebeu o nome de Hadassa, murta, na língua hebraica, que é uma planta bem menor e de menor valor e utilidade do que o cedro. Significando a escolha deste nome, que o povo judeu estava em condição humilhante. Todavia a murta dava uma flor branca bem linda em forma de estrela. Por isso a moça, quando foi elevada ao reino, passou a ser chamada Ester: estrela de grande beleza.
Quando fizeram a festa das cabanas no tempo de Neemias, foram usados ramos de murta (Ne 8.15). Nas visões de Zacarias, aparece um cavaleiro entre as murtas num lugar sombrio (Zc 1.8). O povo judeu estava em lugar sombrio ou vale, que queria dizer humilhação, e estava entre as murtas, outro aspecto de sua de­cadência.
Na linguagem do Novo Testamento, Jesus Cristo e depois o apóstolo Paulo usam como símbolo de Israel três outras árvores, a saber: a videira, a figueira e a oliveira...
Dc: Rerison Brazão











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