11 de abril de 2011

A paz e o sossego de moradores do bairro Lagoa Azul, na Zona Norte de Natal, vem sendo perturbada pelo Terreiro Espírita Palácio da Mestra Paulina. A casa de sessões não tem respeitado o direito sagrado de descanso dos moradores da Rua das Jitiranas e imediações. O fato já foi levado aos órgãos de meio ambiente e até hoje nada foi feito. O pequeno núcleo habitacional onde está localizado o terreiro tem sofrido com a poluição sonora há, pelo menos, 06 anos. Moradores da localidade já prestaram queixas em delegacias de polícia civil e em órgãos de meio ambiente que, até o presente momento, se mostraram impotentes diante da situação. A reclamação dos moradores diz respeito ao som que é produzido pelas sessões espíritas que inicia às 19h e, geralmente, invade a madrugada, não importando o dia da semana. Outra questão levantada pelos moradores é com relação à grande nuvem de fumaça que é produzida pela queima diária de incensos, tendo provocado problemas alérgicos em alguns moradores. O caso foi levado a justiça comum pelos moradores, em processo que tramita na 15ª Vara Cível da Comarca de Natal desde o ano passado, já tendo ocorrido audiência, sem que a juíza Martha Danyelle Santana tenha tomado qualquer medida que iniba os abusos e ponha um fim na perturbação sofrida pelos moradores. O litígio entre as partes tem se agravado. Os moradores
denunciantes têm sido ofendidos e ameaçados pelos integrantes do Centro Espírita e correm o risco de ataques pessoais. Na sexta-feira, dia 08 de abril, uma das moradoras foi ameaçada, tendo prestado queixa na Delegacia da Mulher e na Delegacia de Plantão, na Zona Norte.O que fazemos aqui é um apelo a Justiça, em especial a Dra. Martha Danyelle, responsável pelo processo, no sentido que intervenha de forma rápida, antes que as partes envolvidas tomem decisões que possam precipitar situações vexatórias. É bem verdade que todos têm direito a praticar suas crenças e rituais e que vivemos num país plural, onde a sociedade vive em liberdade para acreditar e praticar seus atos religiosos da forma como bem entender. O que não se admite é que esta liberdade possa privar de paz e sossego os que não “rezam” na mesma cartilha. O Pedido da Justiça do Povo
fonte: j.povo

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