16 de abril de 2015



O ex-presidente da Câmara dos Deputados Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) tomou posse nesta quinta-feira (16) como novo ministro do Turismo em cerimônia no Palácio do Planalto. Ele assume a pasta no lugar de Vinícius Lages, afilhado político do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).
Alves foi anunciado novo ministro da pasta nesta quarta (15), por meio de nota divulgada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência. Derrotado na eleição para governador do Rio Grande do Norte, ele era cotado para figurar no primeiro escalão do governo que tomou posse em 1º de janeiro, mas acabou ficando de fora.
Em seu discurso, Dilma afirmou que Henrique Alves desenvolverá “ainda mais” o turismo no país. Ela citou a preparação para as Olimpíadas e afirmou que, assim como na Copa do Mundo, os turistas deverão ser bem recebidos no país.
“O ministro Henrique Eduardo Alves vai ajudar a desenvolver ainda mais a indústria do turismo no país. Dou a ele boas vindas. Sei que ele vai trabalhar muito para que o Brasil esteja cada dia mais capacitado para dar boas vindas aos turistas daqui e do mundo inteiro, gerando para nossa população mais renda e mais empregos em uma área inteiramente sustentável”, disse.
A negociação em torno da ida de Alves para a pasta envolveu a presidente Dilma Rousseff, o vice-presidente, Michel Temer, e o PMDB. Temer chegou a afirmar que "certamente" Alves iria ocupar uma vaga no Ministério de Dilma. No entanto, como o Ministério do Turismo era comandado por um afilhado político de Renan, a troca poderia desagradar o presidente do Senado.
O novo ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, minimizou as ausências dos presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na sua posse, nesta quinta-feira. Com um discurso preparado a favor do turismo, Henrique se colocou à disposição da presidente Dilma Rousseff e do vice Michel Temer para ajudar na articulação política do governo.
 Não quer dizer isso (que Calheiros está insatisfeito), porque Eduardo Cunha não pode estar aqui também e não tem nenhuma sinalização disso. São agendas diferenciadas, mas, com certeza, Renan, pela sua experiência e pela sua responsabilidade, estará junto nesta tarefa de aproximar o Congresso dos demais Poderes, para o bem do Brasil — disse Henrique, que substitui Vinicius Lages, afilhado político de Calheiros.


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