8 de maio de 2009
Parte IV
Quanto ao “esquecimento”, ou se preferir “amnésia espiritual”, uma técnica muito interessante de evitar a busca de provas mais concretas, fazendo o leigo aceitar e pronto, dizemos que não estamos interessados em fábulas como essas. Fazemos nossas as palavras de Pedro: “Porque não vos demos a conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo seguindo fábulas engenhosamente inventadas, mas nós mesmos fomos testemunhas oculares da sua majestade.” – 2 Pedro 1:16. Todavia, assim como Satanás usou as escrituras para tentar o absurdo dos absurdos – desencaminhar o Deus encarnado, Jesus Cristo – ele tem usado a mesma tática através de seus médiuns espíritas para provar mediante as Escrituras que o Espírito, ao reencarnar, perde a lembrança de vidas passadas. Usam o caso de Jesus. Os espíritas nos perguntam: “Jesus, enquanto na terra, tinha o mesmo grau de conhecimento que possuía antes de vir à terra? Não diz a Bíblia sobre o menino Jesus que ele “crescia e se fortalecia, enchendo-se de sabedoria”? (Lucas 2:40) Não prova isso que ele deixou de conhecer o que sabia, enquanto espírito, e precisou aprender tudo de novo, numa nova existência?”
O Deputado Antônio Jácome (PMN), com o objetivo de contribuir na inclusão do deficiente visual reuniu-se em um almoço, na última semana, com o secretário Regional da Sociedade Bíblica do Brasil, Rev. Marcos Gladstone, com o Presidente da Ordem dos Pastores Evangélicos de Natal, Pr. Luiz Pedro Neto e líderes evangélicos da igreja potiguar, integrantes do Diretório estadual da Sociedade Bíblica do Brasil. No encontro, eles discutiram maneiras de disponibilizar exemplares da Bíblia em braile nas bibliotecas municipais. A iniciativa vem no sentido de viabilizar a execução do projeto de lei de autoria do deputado Antônio Jácome, que obriga as bibliotecas a possuírem exemplares das Escrituras em braile. O projeto deve ir a plenário para votação nos próximos dias e já conta com a simpatia da unanimidade dos Parlamentares. Com a aprovação do projeto e sua transformação em lei, o Deputado fará a intermediação do contato entre o Governo do Estado e a Sociedade Bíblica do Brasil e com possíveis patrocinadores - já que os exemplares, além de ocupar muito espaço, têm preço elevado - para tornar possível a parceria na democratização da Bíblia em braile. Segundo o Deputado, com a aprovação do projeto, em breve, exemplares da Bíblia para deficientes visuais estarão disponíveis tanto nas bibliotecas pública e quanto nas escolas da rede estadual. "A aprovação deste projeto é uma vitória da fé e da cidadania", destacou o parlamentar. Na reunião, o Deputado Antônio Jácome ressaltou ainda a importância da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) nesse processo. "A SBB é a maior empresa no setor de impressão de bíblias no mundo, produzindo aproximadamente quatro milhões de exemplares da Bíblia por ano. Sendo assim, o interesse em atender a demanda dos deficientes visuais não é financeiro. O que se deseja é garantir o acesso a um livro que é à base da cultura ocidental", afirmou.
7 de maio de 2009
Claudia Leitte vai passar seu primeiro Dia das Mães com o filho, Davi, de 3 meses e meio, ainda internado no hospital Copa D’Or, onde ele se recupera de meningite. Mas, ainda assim, a cantora está dando glórias nas alturas. Segundo ela, seu filho só está bem porque ela ouviu a um chamado divino. “Ainda no Projac (estúdios da Globo onde gravava Caldeirão do Huck), recebi uma mensagem de Deus: ‘Leve seu filho agora para o hospital. Ele precisa’”, contou Claudia, que segunda-feira à noite foi com a criança para o médico. “Deus é perfeito. Na semana do Dia das Mães, o inimigo queria me destruir, mas Deus foi mais forte. Ele, que teve misericórdia e compaixão de mim. Meu filho e minha família são tudo para mim, sem eles não existo. Dinheiro e fama são passageiros”, disse ela, que desde que entrou no hospital ficou 48 horas sem dormir e fez da Bíblia seu livro de cabeceira. O susto com o bebê lhe deu uma lição: “Deus espera algo de mim, preciso servir a Ele.”
Parte III
Mas ele insistiu: Não, pai Abraão; se alguém dentre os mortos for ter com eles, arrepender-se-ão. Abraão, porém, lhe respondeu: Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos.” - Lucas 16:30, 31. Então, afirmar que o Espírito perde a consciência ao nascer aqui na terra, mas quando a criança respira ele recobra a consciência de si mesmo, mas se esquece da sua vida passada - tudo isso nada mais é do que pura estória de ficção. Para um espírito vir aqui, segundo a Bíblia, e as próprias palavras de Jesus, nessa parábola, baseada evidentemente em fatos reais, só através da ressurreição. Nem nascer aqui se menciona! Fala-se ressurreição. Os espíritas deveriam se preocupar mais em ensinar seus adeptos a se arrependeram e buscarem a Jesus como seu Salvador e, portanto, perdoador, enquanto estão vivos. A morte de Jesus é um milagre, pois ela faz por quem O aceita em seu coração o que nem um milhão de reencarnações seria capaz de fazer - salvar o pecador.
Acontecerá em Natal nus dias 18 a 23 deste meis , a convenção estadual de ministros da assembleia de Deus no Rio Grande do Norte (cemadern ) . O presidente da convenção pastor Ramundo João de santana é quem vai dirigir o evento que contará com com lidereis de todo estado, na oportunidade avera cosagração de novos obreiro e posivelmetente eleição da nova mesa diretora da convenção
O Espiritismo Kardecista ousa dizer que esse fenômeno é assinalado pela observação, talvez para dar o ar de científico. Todavia, isso não pode ser provado. Pura imaginação. É muito fácil ensinar a doutrina da reencarnação desta forma: Eu vivi vidas passadas, mas não me lembro de nada, para não viver magoado. Todavia, lembrar-se dos erros é um excelente modo de nos conscientizarmos de não errar mais. Se uma pessoa tivesse sido assassina numa suposta vida passada, ela teria a chance de viver novamente com a pessoa que ela assassinou, e demonstrar o seu amor por ela. Ambas se lembrariam do fato, e viveriam em amor. Entre uma vida e outra, poderiam se encontrar, receber instruções de como se perdoarem, e receberem então uma nova chance. Mas sabemos que nada disso ocorre, porque está ordenado ao homem morrer uma única vez, e depois vem o juízo. - Ler Hebreus 9:27. Lembramos também que a Bíblia ensina-nos uma verdade lógica e facilmente aceitável sobre o que ocorre depois da morte. Ao ler esse relato, observe que ela nada diz sobre o espírito pensar em retornar para uma nova vida:“Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, porque a sua memória jaz no esquecimento. [...] Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque no além, para onde tu vais, não há obra, nem projetos, nem conhecimento, nem sabedoria alguma” - Eclesiastes 9:5, 10. O Texto afirma que os mortos (evidentemente o espírito deles) não sabem de nada, e o contexto indica que não estão cônscios do que acontece debaixo do sol, ou seja, dos assuntos da terra. Assim, quando se diz que a memória dos que morreram jaz no esquecimento, refere-se ao espírito não ter mais acesso a nós. No que chamamos de estado intermediário, o espírito não tem mais nada a ver com os assuntos debaixo do sol. Mas nada se diz de ele planejar voltar numa reencarnação. No além, ou no mundo dos mortos [sheol, no hebraico], não há projetos, conhecimento, nem sabedoria alguma, no que se refere aos assuntos humanos. Claro que o Espírito tem memória, raciocina, tem consciência de si mesmo, mas não tem mais contato algum com tudo que está debaixo do sol. Ele não projeta, ou planeja, renascer aqui. Jesus nos mostra isso na parábola do Rico e do Lázaro, quando ambos morrem e têm destinos diferentes. O Espírito do Rico, em tormentos, suplica a Abrãao que envie alguém dentre os mortos para alertar seus familiares (do Rico) para que se arrependam. Abraão, que jamais havia reencarnado, pois continuava como Abraão, e há mais tempo no mundo dos mortos (hades, em grego) responde ao recém-chegado Rico qual seria a única forma de um espírito voltar para a terra. Observe:
2 de maio de 2009
Parte I
Quando perguntamos a um espírita se ele crê em vidas passadas, certamente a resposta é “sim”. Quando perguntamos se ele se lembra dessas vidas passadas, a vasta maioria responde “não”. E se perguntarmos por que ele não se lembra das vidas passadas, a resposta é aquele velho argumento: “Para eu não me lembrar dos meus erros, e isso me acompanhar por todas as minhas reencarnações.” Quanto a pequenina minoria que diz se lembrar de outras existências, quase todos viveram em cidades importantes e ocuparam cargos destacados. Nunca encontrei algum espírita que dissesse ter vivido no ano de 1500 entre os índios que aqui moravam. Talvez, depois desse artigo, talvez surjam uns dois ou três. Mas vejamos como Allan Kardec, o codificador da Doutrina Espírita, explica o que ocorre entre uma vida e outra, no que se refere ao suposto “eu esqueci”.
“Um fenômeno particular, igualmente assinalado pela observação, acompanha sempre a encarnação do Espírito. [...] O Espírito perde toda a consciência de si mesmo, de sorte que ele nunca é testemunha consciente de seu nascimento. No momento em que a criança respira, o Espírito começa a recobrar suas faculdades. [...] Mas ao mesmo tempo que o Espírito recobra a consciência de si mesmo, ele perde a lembrança do seu passado, sem perder as faculdades, as qualidades e as aptidões adquiridas anteriormente.” - Allan Kardec, A Gênese, página 187, 14a. Edição Revisada e Corrigida, Editora Ide.











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