13 de abril de 2017
Os inquéritos abertos pelo
Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar políticos citados nas delações
premiadas de ex-executivos da Odebrecht podem levar pelo menos cinco anos e
meio para chegar a uma conclusão. O tempo é estimado pela FGV Direito Rio para
que um processo criminal envolvendo autoridades com foro privilegiado seja finalizado.
A estimativa faz parte do
levantamento Supremo em Números, divulgado anualmente pela instituição. Além do
tempo médio, durante a tramitação, os processos ainda poderão ser paralisados e
remetidos para a primeira instância do Judiciário se os políticos envolvidos
não se reelegerem e, com isso, perderem o foro privilegiado. A prescrição dos
crimes também não está descartada. No caso de investigados maiores de 70 anos,
o tempo para a Justiça punir os acusados cai pela metade em relação à pena
máxima para cada crime.
Os políticos citados nas delações
dos ex-executivos da empreiteira Odebrecht vão responder no STF pelos crimes de
lavagem de dinheiro, crime eleitoral (caixa 2) e corrupção ativa e passiva. As
penas variam de três a 12 anos de prisão.
Com a abertura da investigação,
os processos devem seguir para a Procuradoria-Geral da República (PGR) e para a
Polícia Federal (PF) para que sejam cumpridas as primeiras diligências contra
os citados. Ao longo da investigação, pode ser solicitada a quebra dos sigilos
telefônico e fiscal, além da oitiva dos próprios acusados.
Repórter André Richter
Edição: Amanda Cieglinski
Agência Brasil
O vereador Renan Souza no
plenário da câmara, cobrou do executivo melhora na iluminação; o vereador
lembrou a que a manutenção destes serviços é importante, para a garantia da
segurança e citou com exemplo a entrada do IPE, onde existe um ginásio de
esporte e uma escola, e que a falta da iluminação trás grande prejuízo para os
alunos e os desportistas.
9 de abril de 2017
O empresário Medeiros Maia, realizou uma grande festa na manhã de hoje para comemorar o terceiro ano do
posto costa branca; o evento teve início com um grande café da manhã para os
clientes; após, o público curtiu um grande show com o cantor areia-branquense Jimmy
Rodney, que presenteou o público com um bom repertório musical; a operadora
claro, parceira do empresário, ofereceu mil chips aos presentes; no final da festa, aconteceu o grande sorteio esperado por todos, de um ano de combustível grátis, que saiu para o Sr. Antônio Carlos de Oliveira (conhecido por Carlinhos
Ceguinho) que mora na Rua: Travessa J. Nogueira.
A Moto saiu para o Sr. Geraldo
Adriano M. de Souza (Taxista que faz a linha entre Areia Branca e Mossoró) é
natural da cidade de Mossoró.
6 de abril de 2017
A câmara dos deputados aprovou esta semana o projeto de
lei que regulamenta os serviços de transporte individual remunerado por
meio de aplicativo; para o deputado federal do Rio Grande do Norte Antonio Jácome
do PTN, a lei não proíbe o UBER, mas ao contrario tira o UBER da clandestinidade.
“Sem regulamentação, a atividade perde a sustentabilidade; depois de aprovado pela câmara, a lei segue
para o senado e será apreciada pelos senadores, onde deverá receber as alterações
devidas, e então o projeto volta para a câmara quando poderemos aperfeiçoar ou a
ter rever o posicionamento”. Afirmou o Deputado.
4 de abril de 2017
Na sessão desta terça feira, o
vereador Renan Souza do PCdoB, apresentou requerimento no plenário da casa, pedindo que fosse enviado oficio a secretaria de saúde, solicitando o
atendimento da equipe Saúde da família nas zonas rurais de Areia Branca.
O Tribunal Superior Eleitoral
(TSE) decidiu hoje (4) adiar o julgamento da ação em que o PSDB pede a cassação
da chapa Dilma-Temer, vencedora das eleições presidenciais de 2014. A sessão
começou na manhã desta terça-feira, mas a maioria dos ministros aceitou o
pedido feito pelos advogados da ex-presidenta Dilma Rousseff, que requereram
prazo de mais cinco dias para apresentar defesa.
O prazo de cinco dias começará a
contar após o fim dos novos depoimentos que foram autorizados na segunda parte
da sessão. Assim, o julgamento deve ser retomado apenas a partir da última
semana de abril, tendo em vista o feriado de Páscoa e viagens oficiais do
presidente do tribunal, Gilmar Mendes, responsável pela condução dos trabalhos.
No início da sessão,o advogado de
Dilma, Flávio Caetano, alegou que precisava de mais cinco dias para analisar
melhor o caso. Antes do julgamento, o relator do processo, ministro Herman
Benjamin, concedeu prazo de 48 horas após o encerramento da fase de coleta de
provas do processo para que os advogados apresentassem a defesa dos clientes. O
prazo está na legislação eleitoral.
A maioria do plenário, no
entanto, derrotou o relator, que votou parcialmente a favor dos advogados. Ele
concedeu três dias para novas alegações.
Benjamin foi contra o prazo de
cinco dias por entender que o processo já tramita no TSE há quase dois anos e
meio. Para o ministro, a concessão de mais prazo para defesa atrasaria o final
do julgamento, que poderia terminar depois da conclusão do mandato de Temer.
"Não é questão de dois dias a mais, três dias a mais. A ninguém deve se
dar prazo maior do que o estabelecido na lei", disse.
Votaram a favor da defesa de
Dilma os ministros Napoleão Maia, Henrique Neves, Luciana Lóssio e o presidente
do TSE, Gilmar Mendes. Luiz Fux e Rosa Weber acompanharam o relator. Os
advogados do PSDB e o Ministério Público Eleitoral (MPE) também concordaram com
o adiamento.
Na segunda questão de ordem,
Benjamin acatou pedido da defesa de Dilma Rousseff para que fosse ouvido o
ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, que teria sido citado por delatores da
empreiteira Odebrecht como envolvido no recebimento de recursos não declarados.
O ministro também aceitou o
pedido do Ministério Público para que sejam ouvidos o marqueteiro de Dilma em
2014, João Santana, sua mulher, Mônica Moura, e André Santana, funcionário
dela. Ele negou, no entanto, que fossem realizadas oitivas com os presidentes
dos nove partidos que compunham a coligação de Dilma, conforme solicitado pelos
advogados da ex-presidenta.
“Nós não podemos transformar esse
processo num universo sem fim, nós não podemos ouvir Adão e Eva e,
possivelmente, a serpente”, disse Benjamin, ao negar a oitiva dos presidentes
dos partidos, que já se manifestaram por escrito na ação.
Os demais ministros do TSE
acompanharam o relator, deferindo que fossem ouvidas as quatro novas
testemunhas, mas negando as oitivas dos presidentes dos partidos, que somente
para a ministra Luciana Lóssio deveriam ser ouvidos presencialmente.
Repórteres: André Richter e
Felipe Pontes
Edição: Denise Griesinger
Agência Brasil
1 de abril de 2017
Por proposição do deputado Souza
(PHS), a Assembleia Legislativa promoveu na noite de ontem sexta-feira (31), às
19h, uma audiência pública na Câmara Municipal de Areia Branca para discutir e
propor ações na área da Segurança Pública do município. A iniciativa do
parlamentar é motivada pelos recentes assaltos registrados e aumento do índice
de criminalidade na cidade.
“Os furtos e assaltos têm sido
uma constante no cotidiano areia-branquense. A população vive um clima de
insegurança jamais visto, e é preciso que se discutam alternativas e soluções
que visem amenizar a situação vivenciada”, justificou Souza.
Da audiência participaram
representantes de todo o comando da policia militar e civil do estado, o padre
representando o seguimento religioso, o CDL, os vereadores Antonio Carlos, Aldo
Dantas, Waguinho Tarvenad, Rebeca melo, e comunidade em geral; na audiência foram discutidas ações que devem acontecer dentro dos próximos dias; o que foi bastante
debatido na audiência foi a necessidade da união de todos os políticos da cidade para que ações possam acontecer.
A igreja católica de Areia Branca
realizou ontem a caminhada pela paz, que contou com a participação de diversos
seguimentos da cidade e autoridades políticas e religiosas; durante o percurso
da caminhada aconteceram duas paradas de reflexão: na primeira, a palavra de
reflexão foram feitas pelas professoras Aurélia e Fátima Luiz, que falaram da
importância da educação para a segurança de todos; na segunda parada falaram o
promotor público da comarca do município Daniel Lessa que falou do trabalho do
ministério público junto a policia militar e civil para combater o crime em
Areia Branca, o capitão Almeida falou da importância da caminhada e da
participação de todos pela paz na cidade; a prefeita Iraneide agradeceu ao
padre César pela a iniciativa e falou da base família no controle da violência
e de trabalhos de ação social que já fez e pretende fazer; a prefeita falou ainda dos
contatos que tem feito junto ao governo do estado, buscando mais ação do mesmo voltada para o nosso
município no setor da segurança.
Na última parada para o
encerramento aconteceu uma encenação com um grupo de jovens; um momento de
reflexão com o padre jovem Venturelli, a palavra do deputado Souza neto que
conclamou a união de todos os políticos visando um caminho de paz; finalizando o
padre César agradeceu a todos pela realização do evento.
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