4 de abril de 2018
O deputado estadual Souza do PHS
esteve hoje na cidade de Areia Branca fazendo uma prestação de conta do seu
mandado em suas rede sócias fez a
seguinte publicação.
Hoje estive na cidade de Areia
Branca onde me reuni com o Capitão Diomedes para tratamos detalhadamente da
questão da violência em Areia Branca e sobre a contribuição do nosso mandato na
destinação de emenda parlamentar no valor de 125 mil reais para instalação de 9
câmeras e equipamentos para monitoramento a ser instalado no prédio da polícia
militar e a ser operacionalizado pela Guarda Municipal.
Às 14h estive no Hotel onde
expliquei a prefeita e secretários, representação do CDL e vereadores presentes
os detalhes da liberação da emenda e apresentei como sugestão que como a
prefeitura se dispõe a repassar recursos a ordem de 60 mil ao CDL que o CDL
estude a possibilidade de instalar essas câmaras na zona rural, principalmente
Pedrinhas, Redonda, Cristóvão e Ponta do Mel.
Na mesma oportunidade comunicamos
a prefeita que destinamos recursos da ordem de 350 mil reais para a casa da
Cultura no prédio ao lado da Capitania dos Portos. Outrossim nos colocamos a
disposição para contribuir e convidei a prefeita para irmos ao DNIT onde já
tratei com o superintendente sobre a municipalização da BR 110 até Pedrinhas o
que permitirá que possamos ter de volta os arrastões no carnaval e reinstalar o
posto policial.
3 de abril de 2018
O Ministério Público Federal
(MPF) obteve sentenças obrigando dois municípios potiguares a regularizarem
seus portais da transparência: Serra do Mel e Felipe Guerra. Decisões
semelhantes já haviam sido obtidas em relação aos municípios de Areia Branca, Upanema
e Mossoró. Os prefeitos terão de atualizar e complementar as informações,
garantindo à população o acesso - direto e de forma simples - aos dados sobre
arrecadação, gastos, licitações, contratos e estrutura das prefeituras.
Todos os cinco municípios
receberam recomendações do MPF solicitando as mudanças necessárias nos portais,
de forma a resolver as falhas. Entretanto, os prefeitos simplesmente se
omitiram e, em alguns casos, se negaram a firmar termos de ajustamento de
conduta com o Ministério Público. Diante da omissão, foram impetradas as ações
civis públicas.
As cinco que envolvem esses
municípios são de autoria do procurador da República Aécio Tarouco, que atua em
Mossoró, e destacam que o MPF já vem analisando - desde 2015 - o cumprimento da
legislação que trata dos portais, tanto no tocante às prefeituras, quanto aos
governos estaduais.
A análise faz parte da Estratégia
Nacional de Combate à Corrupção e Lavagem de Dinheiro e leva em conta quesitos
legais, incluídos na Lei da Transparência, na Lei de Acesso à Informação e no
Decreto 7.185/2010 (que determina como deve ser a transparência administrativa
do setor público).
Já na Justiça, os prefeitos
ganharam novos prazos, entretanto os problemas continuaram e, nesse mês de
março, o juiz federal Orlan Donato condenou Felipe Guerra e Serra do Mel a
regularizarem seus portais, sob pena de multa diária de R$ 500, igual à
prevista na sentença de Areia Branca, proferida em fevereiro. No segundo
semestre de 2017, Mossoró e Upanema também já haviam sido condenados, pelo juiz
Lauro Lobo, com sentenças que preveem multas diárias de R$ 1 mil.
Felipe Guerra – Em relação a
esse município, “não foi possível acessar a integralidade dos editais de
licitações, bem como contratos firmados pela Prefeitura, a prestação de contas
do ano de 2017, entre outras informações ausentes”. Felipe Guerra alegou
possuir dois sites, porém a Justiça observou que, neste caso, as informações
deveriam constar integralmente em ambos.
Serra do Mel – Apenas parte
da obrigação de regularizar seu portal da transparência foi atendida pelo
Município. Persistiam irregularidades como a ausência dos editais licitatórios,
dos relatórios de execução orçamentária e de gestão fiscal dos últimos seis
meses, entre outras falhas.
Upanema – O site não
apresentava, quando da sentença, íntegra ou valores dos editais de licitação em
andamento; íntegra dos contratos; bem como prestação de contas (relatório de
gestão) do ano anterior; assim como Relatório Resumido da Execução Orçamentária
e Relatório de Gestão Fiscal dos últimos seis meses; ou mesmo datas, destinos e
motivos das viagens que resultaram em diárias.
Mossoró – O portal da
segunda maior cidade do Rio Grande do Norte não atendia, quando da sentença, a
algumas das exigências legais. Um ofício da própria Controladoria Geral do
Município reconhecia falhas quanto à disponibilidade de informações sobre
procedimentos licitatórios, incluindo detalhes como datas, valores, números e
objeto dos editais. Também não era possível gerar relatórios estatísticos sobre
os pedidos de informações recebidos, atendidos e indeferidos.
Areia Branca – A Prefeitura
chegou a alegar dificuldades financeiras e inexistência de recursos para
implantação do portal, sendo que já fazia uso de um site, restando tão somente
complementar os itens faltantes. Petição do MPF, de julho de 2017, apontava o
não atendimento a diversos itens.
As ações tramitam na Justiça
Federal sob os números 0802054-82.2016.4.05.8401 (Upanema),
0802060-89.2016.4.05.8401 (Felipe Guerra), 0802056-52.2016.4.05.8401 (Serra do
Mel), 0802058-22.2016.4.05.8401 (Areia Branca) e 0802063-44.2016.4.05.8401 (Mossoró).
Em Lisboa, o ministro do Supremo
Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes disse que eventual prisão do ex-presidente
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é “mau para a imagem do Brasil”, mas poderia ser
positiva “a longo prazo”.
Mendes, que participa de fórum
jurídico na capital de Portugal, retorna ainda nesta terça (3) ao Brasil.
Nesta quarta (4) o STF julga um habeas corpus preventivo de Lula, condenado em
2ª instância no caso tríplex da Lava Jato. Caso o recurso seja negado, o
petista pode ser detido.
“Sem dúvida nenhuma (a
prisão de Lula) prejudica a imagem do Brasil. Mas se nós olharmos a curto,
médio e longo prazos, acho que isto é positivo. Temos um quadro de corrupção
que está a ser combatido”, disse Mendes à Agência Lusa.
“Conversando com colegas
portugueses e espanhóis, eles dizem-me: ‘o Brasil está a fazer o seu dever de
casa, porque está a cumprir o com o dever de combater a corrupção'”, afirmou
Gilmar Mendes, que é visto no Brasil como um dos maiores adversários das teses
jurídicas dos membros da Lava Jato.
“Na semana passada, estive na
OCDE (Organização para a Cooperação de Desenvolvimento Económico) e lá se
falava sobre isso. O Brasil tem cumprido os seus compromissos internacionais de
combate à corrupção”, elogiou o ministro em Portugal.
“Mas é claro que ter um
ex-Presidente da República, um ‘asset’ como Lula agora condenado, sem dúvida
que é muito ruim para a imagem do Brasil. E neste ponto concordo, é um elemento
negativo. Mas a longo prazo isto parece-me um fortalecimento do próprio modelo
institucional brasileiro”, concluiu Gilmar Mendes.
Apesar de comentar a consequência
do julgamento, o ministro do STF preferiu não analisar o habeas corpus em si.
“Se indeferir, aí o presidente (Lula) terá de se submeter à prisão
provisória. O importante é que seja decidido”, declarou Mendes, em Lisboa.
Buscando uma melhor maneira de
contribuir com a sociedade areiabraquense, a escola norsal já existe a mais de
vinte anos em parceria com o SESI, educando o trabalhador Areiabranquense e na
noite de ontem na base da empresa aconteceu aula inaugural, dando início ao ano letivo
do ano de 2018; ao evento compareceram o diretor do Sesi de Mossoró Denilson
Santana, as professoras Alexsandra Filgueira, Maria José Gaspar e Bárbara
Evelyn Gurgel, além dos alunos do
Programa Educação do Trabalhador EAD/EJA.
O gerente do SESI falou desta parceria de 24 anos, contribuindo com
educação do nosso povo e da importância desta ação: “estamos sempre presentes na
luta pela educação que é a liberdade de um povo,” conclui Denilson Santana
Nesta terça-feira inicia às aulas na escola Norsal com três
turmas nos segmentos de: Ensino Médio, Ensino Fundamental I e Ensino
Fundamental II;
Haverá aulas de segunda a quinta-feira;
A Escola Norsal, está aberta a receber alunos da comunidade,
não só trabalhadores da Norsal.
O Ministério Público Federal
(MPF) emitiu uma recomendação a todos diretórios dos partidos políticos no Rio
Grande do Norte alertando quanto à exigência de que, no mínimo, 30% de suas
candidaturas sejam de pessoas do sexo feminino, nas eleições proporcionais
deste ano (Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa). O MPF irá fiscalizar
o cumprimento da legislação que prevê esse percentual (válido também para o
sexo masculino) e pretende combater as fraudes.
Segundo as recomendações -
assinadas pela procuradora regional eleitoral, Cibele Benevides –, uma dessas
fraudes já foi observada em pleitos anteriores e consiste na apresentação de
“candidaturas fictícias, com gastos de campanha inexistentes ou irrisórios, e
votação ínfima”. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), inclusive, já se
posicionou no sentido de que o lançamento desse tipo de candidatura autoriza a
apresentação tanto de uma Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (Aime), quanto
de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije).
A procuradora acrescenta que,
assim como é necessário cumprir o percentual mínimo, também é imprescindível
oferecer “condições e espaços políticos para as candidatas”. Da mesma forma, o
percentual não deve ser observado apenas quando do registro inicial das
candidaturas, mas também quanto às vagas remanescentes ou provenientes de
substituição.
Outra irregularidade já observada
em eleições anteriores é o de servidoras públicas que teriam aceitado se
candidatar sem qualquer pretensão de fazer campanha, apenas para usufruir dos
três meses de licença remunerada assegurada pela legislação e ajudar os
partidos a “cumprir” as cotas. Esses casos também serão fiscalizados pelo MPF e
os envolvidos poderão responder por ato de improbidade administrativa.
Legislação - O desrespeito
ao percentual mínimo pode resultar no pedido de indeferimento do Demonstrativo
de Regularidade de Atos Partidários (Drap), espécie de certificado que garante
aos partidos a participação nas eleições. A medida leva em conta o disposto no
parágrafo 3º do artigo 10 da Lei das Eleições (9.504/97), que determina: “Do
número de vagas resultante das regras previstas neste artigo, cada partido ou
coligação preencherá o mínimo de 30% e o máximo de 70% para candidaturas de
cada sexo”. Essa redação é reforçada pela Resolução 23.548/17 do TSE.
A presidente do Supremo Tribunal
Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, gravou hoje (2) um pronunciamento no qual
afirma que o país vive “tempos de intolerância e de intransigência contra
pessoas e instituições". O pronunciamento será exibido na TV Justiça, por
volta das 18h30.
A manifestação da ministra ocorre
a dois dias do julgamento no qual a Corte retomará a discussão sobre o pedido
de habeas corpusprotocolado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva
para evitar a execução provisória da pena de 12 anos e um mês de prisão na ação
penal do triplex do Guarujá (SP), um dos processos da Operação Lava Jato. O
processo está pautado para a sessão da próxima quarta-feira (4).
No pronunciamento, Cármen Lúcia
pede serenidade ao povo brasileiro e diz que, fora da democracia, “não há
respeito ao direito, nem esperança de justiça e ética”.
“Problemas resolvem-se com
racionalidade, competência, equilíbrio e respeito aos direitos. Superam-se
dificuldades fortalecendo-se os valores morais, sociais e jurídicos. Problemas
resolvem-se garantindo-se a observância da Constituição, papel fundamental e
conferido ao Poder Judiciário, que o vem cumprindo com rigor”, disse a
presidente do STF.
Íntegra do pronunciamento
“A democracia brasileira é fruto
da luta de muitos. E fora da democracia não há respeito ao direito, nem
esperança de justiça e ética. Vivemos tempos de intolerância e de intransigência
contra pessoas e instituições.
Por isso mesmo, este é um tempo
em que se há de pedir serenidade. Serenidade para que as diferenças ideológicas
não sejam fonte de desordem social. Serenidade para se romper com o quadro de
violência. Violência não é justiça. Violência é vingança e incivilidade.
Serenidade há de se pedir para que as pessoas possam expor suas ideias e
posições, de forma legítima e pacífica.
Somos um povo, formamos uma
nação. O fortalecimento da democracia brasileira depende da coesão cívica para
a convivência tranquila de todos. Há que serem respeitadas opiniões diferentes.
Problemas resolvem-se com
racionalidade, competência, equilíbrio e respeito aos direitos. Superam-se
dificuldades fortalecendo-se os valores morais, sociais e jurídicos. Problemas
resolvem-se garantindo-se a observância da Constituição, papel fundamental e
conferido ao Poder Judiciário, que o vem cumprindo com rigor.
Gerações de brasileiros ajudaram
a construir uma sociedade, que se pretende livre, justa e solidária. Nela não
podem persistir agravos e insultos contra pessoas e instituições pela só
circunstância de se terem ideias e práticas próprias. Diferenças ideológicas
não podem ser inimizades sociais. A liberdade democrática há de ser exercida
sempre com respeito ao outro.
A efetividade dos direitos
conquistados pelos cidadãos brasileiros exige garantia de liberdade para
exposição de ideias e posições plurais, algumas mesmo contrárias. Repito: há
que se respeitar opiniões diferentes. O sentimento de brasilidade deve sobrepor-se
a ressentimentos ou interesses que não sejam aqueles do bem comum a todos os
brasileiros. A República brasileira é construção dos seus cidadãos.
A pátria merece respeito. O
Brasil é cada cidadão a ser honrado em seus direitos, garantindo-se a
integridade das instituições, responsável por assegurá-los.”
Repórter André Richter
Edição: Nádia Franco
Agência Brasil
1 de abril de 2018
O departamento de senhores
da igreja Assembleia de Deus de Areia Branca, fizeram a diferença na última sexta feira e realizou durante toda a manhã, um
grande evangelismo por toda a parte da cidade, com a presença dos pastores:
Severino Gomes, pastor presidente da igreja e Antonio Amaro vice-presidente. O
departamento de senhores proclamou que Jesus ainda salva, cura, liberta a
todos. Pastor Severino falou que o trabalho é muito positivo e faz parte da
missão da igreja, que é fazer a diferença.
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