6 de janeiro de 2020

A Igreja evangélica Assembleia de Deus em Areia Branca sobre a presidência do pastor Severino Gomes iniciou na quinta e sábado da semana passada a maratona de posse dos novos dirigentes de congregações em nossa cidade. Na quinta a começou as posses dos novos dirigentes das congregações da COHAB, Desembargador e Bairro Nordeste, no sábado foi a vez de Pedrinhas, IPE e Betel, o evento contou com a presença da liderança da igreja e de membros e congregados de todas as congregações.
Fotos da posse do irmão Manassés  em Pedrinhas 
Fotos da posse do irmão Arimatéa no IPE
Fotos da posse do Irmão Izidorio 
Hoje acontece as posses em Upanema de Cima, Upanema do Farol e Arraial  



BAGDÁ — O Parlamento iraquiano aprovou no domingo 05 uma resolução que pede a retirada das tropas americanas do país. A medida é uma represália ao assassinato do general iraniano Qassem Soleimani e do comandante militar iraquiano Abu Mahdi al-Muhandis, em um ataque com mísseis realizado pelos Estados Unidos na madrugada de sexta-feira (hora local) no aeroporto internacional de Bagdá.
Soleimani dirigia as Forças Quds da Guarda Revolucionária do Irã, unidade de elite responsável pela articulação regional dos diversos grupos pró-Irã em países como Síria e Iraque. Muhandis era vice-comandante das Forças de Mobilização Popular (FMP), coalizão de milícias xiitas pró-Irã criadas no Iraque para combater o Estado Islâmico. Ambos haviam combatido o EI ao lado de forças americanas.
Os EUA invadiram o Iraque em 2003 para derrubar Saddam Hussein, sob o falso pretexto de que ele detinha armas de destruição em massa, e oficialmente se retiraram em 2011. Posteriormente, foi feito um novo acordo específico para combater o Estado Islâmico, grupo fundamentalista da vertente sunita do islamismo que a partir de 2014 ocupou várias cidades iraquianas. Os EUA mantêm atualmente cerca de 5.200 soldados no Iraque.
O acordo legal entre Bagdá e Washington afirma que as tropas americanas estão no Iraque “a convite” do governo local para combater o EI. Resoluções parlamentares, ao contrário de leis, não são vinculantes para o governo, mas o primeiro-ministro Adel Abdul Mahdi disse, em conversa com o ministro do Exterior francês, que está trabalhando em um documento para pôr a resolução em prática. Assim, em tese, os americanos seriam forçados a retirar a maior parte de seus militares do país. Um número indeterminado de soldados poderia ficar sob outro acordo bilateral, o Acordo de Parceria Estratégica, mas com atuação mais restrita.
Ao comentar a decisão, o presidente americano, Donald Trump, disse que pode aplicar sanções contra Bagdá caso suas tropas sejam expulsas do país árabe.
— Se eles nos pedirem para sair, se isso não ocorrer de uma maneira amistosa, nós vamos aplicar sanções como eles jamais viram antes. Vão fazer com que as sanções contra o Irã pareçam brandas — afirmou a repórteres na noite deste domingo. — Temos uma base aérea extraordinariamente cara ali. Custou bilhões de dólares para construir. Não vamos sair a menos que nos paguem por ela.
O Iraque foi alvo de um embargo quase completo, imposto pelo Conselho de Segurança da ONU, entre 1990 e 2003, durante o regime de Saddam Hussein. As medidas foram adotadas inicialmente por conta da invasão do Kuwait e, posteriormente, ligadas ao desenvolvimento de armas de destruição em massa, programas de mísseis balísticos e apoio ao terrorismo.
Presença estrangeira
A resolução do Parlamento determina que o governo "acabe com qualquer presença estrangeira no solo iraquiano e previna o uso do espaço aéreo, solo e água iraquianas por qualquer razão", sem determinar um prazo para que isto seja feito.
Convocada após o ataque contra Soleimani e al-Muhandis, a sessão parlamentar extraordinária foi aberta pelo primeiro-ministro Mahdi, que disse que pôr um fim à presença de soldados estrangeiros no país é o melhor para o Iraque, apesar das dificuldades internas e externas que isso pode causar.
Ele disse ainda que Trump havia lhe telefonado para pedir que mediasse a crise entre os EUA e o Irã antes de ordenar o ataque com mísseis que matou Soleimani e al-Muhandis. Segundo Mahdi, o general iraniano levava a resposta do seu país a uma iniciativa saudita para aliviar as tensões na região quando foi morto.
A decisão de Trump de ordenar o ataque de sexta-feira se seguiu a um ano de recrudescimento da tensão entre os EUA e o Irã, depois que Washington abandonou em maio de 2018 o acordo nuclear firmado entre Teerã e as principais potências globais em 2015 e reimpôs sanções econômicas ao país persa.
Os incidentes mais recentes tiveram início depois que o Kataib Hezbollah, um dos grupos das FMP, foram acusados de um ataque que em 27 de dezembro matou um funcionário americano terceirizado em uma base dos EUA na cidade iraquiana de Kirkuk. Em represália, bombardeios americanos no dia 29 mataram 25 integrantes do grupo na Síria e no Iraque.
Respondendo aos bombardeios, manifestantes pró-Irã e membros das FMP tentaram invadir a embaixada americana em Bagdá no último dia 31. Trump acusou Soleimani de orquestrar a tentativa de invasão e alegou que os assassinatos foram preventivos, já que o iraniano estaria preparando uma onda de ataques a alvos americanos na região. Essa informação, no entanto, está sendo questionada pela imprensa americana e pela oposição democrata.
Combate ao EI é afetado
No Parlamento iraquiano, a aprovação da resolução que pede a saída dos militares americanos, por 170 votos, não foi unânime. Muitos dos 328 deputados, principalmente muçulmanos sunitas e curdos, se abstiveram de votar, pois defendem a permanência dos EUA.
Minutos antes da votação, a coalizão internacional que combate o EI liderada pelos EUA anunciou a interrupção do treinamento das forças de segurança iraquianas, temendo ataques a bases militares que abrigam suas tropas, em represália pelos assassinatos.
Os soldados americanos fornecem apoio às forças iraquianas que buscam os integrantes do Estado Islâmico dispersos pelo interior do país, nos desertos e montanhas, depois que o grupo perdeu em 2017 o controle de Mossul, a maior cidade que havia conquistado. Eles também dão suporte às forças de países europeus que fazem parte da coalizão contra o EI. Sem a inteligência e os recursos materiais dos EUA, as operações militares iraquianas contra o Estado Islâmico seriam afetadas, disseram especialistas ao New York Times.
Horas antes da resolução ser aprovada, a Chancelaria iraquiana convocou o embaixador dos Estados Unidos no país, Matthew Tueller, para denunciar “uma violação da soberania do Iraque” após o ataque que matou Soleimani. Segundo o ministério, “as operações militares ilegítimas realizadas pelos Estados Unidos são ataques e atos condenáveis que podem causar uma escalada de tensões na região e constituem uma violação de soberania”.
A Chancelaria também enviou reclamações oficiais para o secretário-geral da ONU, António Guterres, e para o Conselho de Segurança, em razão dos “ataques americanos, agressões a posições militares iraquianas e o assassinato de comandantes de alto nível iraquianos e aliados no solo do Iraque”. Segundo o comunicado, os ataques são “uma perigosa violação da soberania iraquiana no que diz respeito à presença americana no Iraque.
Foto: HANDOUT / REUTERS
Fonte: globo Mundo
3 de janeiro de 2020

O Governo do Estado do RN prorrogou por 180 dias o horário reduzido de expediente nos órgãos e entidades da administração estadual direta, indireta e fundacional. O Decreto número 29.442 publicado, nesta sexta-feira, 03, no Diário Oficial mantém o horário de expediente das 8h às 14h em caráter excepcional e temporário, em turno único e ininterrupto, conforme já estava previsto no Decreto 28.692 de 2 de janeiro de 2019.
A medida visa redução de despesas com energia e outros insumos. O ato faz parte de uma série de decretos assinados pela governadora Fátima Bezerra no início de sua gestão para equilíbrio financeiro do Executivo Estadual.
Os servidores em cargos comissionados, procuradores, auditores fiscais e servidores como aqueles que trabalham em escolas, em unidade de saúde, em regime de plantão ou escala não estão incluídos no horário de expediente reduzido.


O pré-candidato a vereador, Jordan Giovanny de Lima Souza, 25 anos, advogado, dava sinais de que sairia pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB) no pleito vindouro deste ano.
No entanto, o mesmo optou por se desvincular e, agora, assume a vice-presidência do Partido Progressista (PP).
Segundo o mesmo, ainda não havia tido a filiação política ao PCdoB, razão pela qual não se tratou de uma saída do partido, o que tinha era uma pretensão de ser candidato por aquele partido.
Jordan está no PP, a convite da presidente Bárbara França e  disse estar feliz pela confiança depositada, “pretendendo, mais do que nunca, ser o porta-voz dos mais desassistidos, principalmente dos jovens, estudantes e pessoas carentes da nossa cidade”.Por fim, Jordan ressaltou,  que não tem compromisso com políticos, mas com o povo de Areia Branca.

O PSB do Rio Grande do norte está em fase de crescimento em todo estado. aqui em Areia Branca ele está recebendo um bom número de filiados.  no ultimo final de semana diversas cidades do alto oeste recebeu a visita do deputado federal Rafael Mota e o deputado estadual Souza Neto para recepcionar os novos filiados, a expectativas é que este ano o PSB aleija prefeitos e vereadores em todos estado do RN.

O Governo do Estado realizou nesta quinta-feira, 02, a cerimônia de apresentação dos novos alunos-soldado do curso para formação de praças da Polícia Militar. Os alunos foram selecionados por concurso público que prevê a contração de mil novos policiais. O curso é dividido em duas turmas, uma com aulas e instruções no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP) e outra no Centro de Atenção Integrada à Criança (Caic), em Natal. A carga horária é de 1.430 horas aula e 240 dias letivos.
Na solenidade a governadora Fátima Bezerra disse que os alunos conquistaram o direito de realizar o curso por que tiveram muita garra e perseverança ao cumprir as etapas anteriores de provas de conhecimento e testes físicos. Fátima Bezerra registrou que o Governo precisou superar diversos entraves para convocar os aprovados: "Fizemos todos os esforços para superar problemas que colocavam em risco a convocação de vocês, vencemos vários obstáculos até chegar a esta etapa de hoje. Estou feliz por que no segundo dia do ano, após muito trabalho do nosso Governo que tem uma equipe dedicada e competente, estamos iniciando o curso. Sejam todos muito bem-vindos e que Deus abençoe e inspire todos vocês nesta missão de proteger as famílias do nosso Rio Grande do Norte."
A governadora voltou a afirmar que segurança pública é prioridade da gestão e que o Governo está investindo mais de R$ 120 milhões em equipamentos de proteção, armamento, viaturas, inteligência e na formação de pessoal para os vários órgãos do sistema de segurança - polícias Militar e Civil, Corpo de Bombeiros Militar, Centro de Operações Aéreas.
Ela ainda se referiu à redução dos índices de violência no Estado que teve queda de 43,2% nos casos de latrocínios, 33,2% de homicídios dolosos e 17,3% para lesões corporais seguidas de morte. "Os números são expressivos, saímos do Estado mais violento no país em 2018 para um dos quatro que mais reduziram a criminalidade. E isto significa que foram poupadas 530 vítimas de assassinatos", disse.
O comandante da PM, coronel Alarico Azevedo lembrou que o último concurso público para contratação de novos policias militares foi realizado há 14 anos. "Vocês se habilitaram a realizar o curso e a serem formados policiais militares para proteger a sociedade potiguar. Aqui é vocação, aqui a gente se doa, aqui a gente protege o cidadão com o risco da própria vida", afirmou o comandante, para acrescentar: "Somos uma instituição de 185 anos que trabalha 24 horas por dia, 365 dias por ano. Vocês serão os novos profissionais da Polícia Militar do Rio Grande do Norte", acrescentou coronel Alarico.
Também compareceram à solenidade o vice-governador, Antenor Roberto, e os secretários de Estado: Virgínia Ferreira (Sead), coronel Francisco Araújo (Sesed), Osnir Monte (Adjunto da Sesed) e Ana Cláudia Saraiva (Polícia Civil).
FOTOS: ELISA ELSIE

O ano de 2020 promete mais dias de descanso do que 2019. Dos 12 feriados nacionais, 11 caem em dias de semana e dez podem ser emendados com sábados e domingos. A lista não inclui os feriados estaduais e feriados municipais.
As exceções aos feriados colados ao fim de semana são 1º de janeiro (Confraternização Universal), caindo em uma quarta-feira; 21 de abril (Tiradentes), que será em uma terça-feira e o Corpus Christi (11 de junho), que sempre cai às quintas-feiras 60 dias após a Páscoa.
Páscoa e carnaval são feriados alongados em todos anos. A Paixão de Cristo (sexta-feira) será no dia 10 de abril. A segunda-feira e a terça-feira de carnaval cairão nos dias 24 e 25 de fevereiro, respectivamente.
Além desses dias, os brasileiros poderão emendar com o fim de semana o Dia do Trabalho (1º de maio) que cai numa sexta-feira, assim como o Natal (25 de dezembro).
Para quem não gosta das segundas-feiras, a boa notícia é que os feriados da Independência do Brasil (7 de setembro), de Nossa Senhora Aparecida (12 de outubro) e de finados (2 de novembro) cairão nesse dia da semana.
Com tanto feriado, há quem preveja perdas econômicas. “O varejo nacional deve deixar de faturar R$ 11,8 bilhões em 2020 por causa de feriados nacionais e pontes ao longo do ano. O total é 53% maior do que a perda prevista para 2019, de R$ 7,6 bilhões”, calcula a Federação do Comércio de São Paulo.
Outros setores de atividade econômica festejam como é o caso do turismo. “No ano passado, os feriados prolongados resultaram em 13,9 milhões de viagens, que injetaram R$ 28,84 bilhões na economia brasileira”, soma o Ministério do Turismo (MTur).
Segundo a pasta. “o feriado de [1º de] maio movimentou [em 2019] R$ 9 bilhões na economia e resultou em 4,5 milhões de viagens. Já o 12 de outubro foi um dos mais movimentados do ano com a realização de 3,24 milhões de viagens domésticas e impacto econômico de R$ 6,7 bilhões nos destinos visitados”. O MTur ainda não fez projeção do impacto dos feriados de 2020 em venda de passagens, hospedagens e passeios.
O ano que começa é ano bissexto e, portanto, tem um dia a mais, mas esse não descontará as folgas proporcionadas pelos feriados nos dias de semana. O dia 29 de fevereiro cairá em um sábado.
Gilberto Costa - Repórter da Agência Brasil Brasília
Edição: Carolina Gonçalves













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